Atentado em Itumbiara não foi motivado por questões políticas, aponta as investigações da Polícia Civil


Delegado-geral da PC, Álvaro Cássio dos Santos
Delegado-geral da PC, Álvaro Cássio dos Santos

A Polícia Civil apresentou, nesta sexta-feira 25, os resultados da Operação Paranaíba, que investigou o atentado do dia 28 de setembro na cidade de Itumbiara, que vitimou o então candidato a prefeito, José Gomes da Rocha e o cabo da PM, Vanílson Pereira, além de ter ferido o vice-governador e secretário de Segurança Pública, José Eliton, e o advogado da prefeitura de Itumbiara, Célio Rezende.

O atirador, Gilberto do Amaral, também morreu no atentado. Segundo o delegado Douglas Pedrosa, o autor tinha transtorno psiquiátrico e fazia uso de medicamentos controlados e misturava com álcool diariamente.

“Ele (Gilberto) ouvia vozes e se sentia perseguido. Desde 2012, o atirador reclamava e tinha receio de ser transferido para trabalhar no cemitério da cidade e atribuía isso a José Gomes. Em seguida, ele teve o ponto cortado.” Por fim, o delegado afirmou que uma série de fatores levou Gilberto a cometer o crime. “Foi um atentado premeditado e um ato de vingança”, finalizou.

A investigação para apurar as causas do crime começou com uma força-tarefa composta por 14 delegados. Inicialmente, várias hipóteses surgiram entre elas de crime político ou que teria acontecido uma desavença entre o autor e José Gomes.

Fonte: Rádio CBN Goiânia