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Sindicato dos Delegados repudia “ofensas levianas” de Demóstenes contra Vanderic

Ex-senador é o advogado de defesa de Sérgio de Moraes. (Foto: André Correia)

Nas últimas semanas, a colisão frontal, fruto de uma reincidente embriaguez ao volante do advogado Sérgio de Moraes que resultou na morte do entregador Wilkinson Leles do Nascimento, de 38 anos, assumiu de vez os holofotes não só anapolinos, como goianos.

O caso ganhou tamanha proporção que superou até mesmo a barreira investigativa e judicial, adentrando a esfera pessoal dos envolvidos.

Isso porque o advogado de defesa e ex-senador, Demóstenes Torres, disparou diversas acusações para o delegado Manoel Vanderic, titular da Delegacia de Investigação de Crimes de Trânsito (DICT) e responsável pela investigação.

Para diversos veículos de comunicação do estado, Demóstenes afirmou que Vanderic teria realizado uma “manobra para aparecer”, por tratar o episódio como homicídio doloso para “causar comoção” e “esconder” o mandado de prisão preventiva que seguia em aberto, impossibilitando o trabalho de colegas.

Além disso, o advogado de Sérgio disse que iria representar contra o delegado ainda nesta segunda-feira (17), por abuso de autoridade.

Manoel Vanderic, por sua vez, disse que não vai trocar ofensas com advogados para não levar a discussão de uma investigação para o lado pessoal e explicou que o mandado foi autorizado pelo Judiciário e os processos subsequentes foram seguidos de acordo com o protocolo padrão.

Ele também caracterizou como ofensiva a atitude de rotular a tipificação de doloso como algo designado apenas para comover. “É uma ofensa às famílias enlutadas”, disse.

Diante de toda a situação, a reportagem do Portal 6 entrou em contato com o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás (Sindepol) para solicitar um posicionamento.

Através de nota, o Sindepol sustentou que repudia qualquer tese que se afaste do campo técnico-jurídico e procure atacar, através de “ofensas levianas”, a figura pessoal do delegado que conduz a investigação.

O agrupamento também repreendeu a tentativa de “desqualificação do trabalho através das ameaças de propositura de processo correcional e judicial”.

Veja a nota na íntegra.

O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás – Sindepol repudia qualquer tese de defesa que se afasta do campo técnico-jurídico e parte para ofensas e ataques levianos à pessoa do Delegado de Polícia, presidente da investigação, na tentativa de desqualificar o seu trabalho ou intimidá-lo por meio de ameaças de propositura de processo correcional e judicial.

Fonte: Portal6, por Caio Henrique

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